Estive pensando em o quão mesquinho podemos ser ao renunciarmos nos despedir de algo.
Digo... parece até egoísta. Você não pode forçar ou tentar convencer alguma coisa a ser sua até o momento em que você achar que deve ser. Há uma questão maior a ser levantada, que vai muito além de suas vontades, muito além de sentimentos, desejos, lembranças, pertences, vontades, ciúmes, lugares, etc. Essa questão está dentro de vida, de necessidade.
Mas pior que isso, é perceber que também não é você se despedir das coisas que vai fazer com que elas realmente partam. Por que tem coisas que são como ímãs. Pode existir, cedo ou tarde, o momento de você se afastar; assim como pode haver o momento em que isso não vai resolver coisa alguma, então você vai começar a sentir uma falta, até de si mesmo, e aí vai perceber que a bestereira de ter se deixado fugir, foi você mesmo quem fez. E por mais que você queira recomeçar no mesmo instante, vai precisar esperar que as coisas ao seu redor estejam de acordo com a sua vontade.
O mundo
em esquecimento pelo mundo esquecido.
Brilho eterno de uma mente sem
lembranças.
Cada orador aceito e cada desejo renunciado."
Alexander Pope
-É isso aí... logo vai acabar.
-E o que vamos fazer?
-Aproveitar.

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